
God vibes
ukulele rap spoken-word with piano, violino, acoustic guitar, polka, glitch hop acoustic texas blues, mpb, bossa nova, rap, hip-hop, reggae,
Pie·3:23

3:23
God vibes
ukulele rap spoken-word with piano, violino, acoustic guitar, polka, glitch hop acoustic texas blues, mpb, bossa nova, rap, hip-hop, reggae,
Creator: PieRelease Date: March 8, 2025
Lyrics
Menino perdido, mente a milhão
Foi visto no centro, buscando um espaço Na sala de espera por nada
Dizem que é fase, que é só confusão
O vento leva as memórias, cê sente?
Porto caído, varrido da mente.
Nome apagado na brisa cortante,
quem se salvou, já não olha pra frente.
Eu vejo o peso do choro contido
O anjo não me abandonou foi a mando do céu, tão botando outro filho de Deus como réu?
Eu quero colher o que plantei
eu quero plantar, eu preciso colher
Quem vem da luta não baixa a cabeça
Se erguer a cabeça demais, eu chego no céu
Madeira racha, o sal devora,
quem se agarrou já nem quer dar resposta.
Fui cais, fui margem, um porto sem glória,
só o refúgio de nau sem história.
(Pré-refrão - cadência mais falada, meio conversada, flow arrastado)
E eu? Quantas vezes estendi a mão,
joguei graveto, joguei tábuas pro brother em vão?
Nada de ouro, nada brilhava,
mas flutuava, e no fim bastava.
(Refrão - batida abre mais espaço, eco na voz, frase de efeito repetida)
Hoje não atiro mais nada, nada.
Hoje o porto se aparta de mim. (x2)
Luxo em amar? Isso nunca teve.
Sei que os perdidos querem quem os leve.
Sei que o naufrágio não escolhe a cara,
mas eu que salvava, já não salvo nada.
E o sistema opera no modo letal
O tempo castiga, mas nunca se atrasa,
o cais afundando, ninguém vai me segurar
E o sistema opera no modo letal
Ohhh Pedaços, de memórias de naufrágios que derrubaram lágrimas ao mar,
Há quem diga que antes oceano era de àgua doce, mas salgou de tanto pranto abrigaaaaaaaaaaaar
E o sistema opera no modo letal(Pré-refrão - mais sentimento, flow desacelera um pouco)
O glamour? Que venha no meu lugar,
trazendo promessa que não vai durar.
E eu sigo, vou ser pouco em outro lugar,
onde o desprezo não sabe chegar.
E o sistema opera no modo letal
Hoje não atiro mais nada, nada.
Hoje o porto se aparta de mim. (x4 - fade out)
E o sistema opera no modo letal
Foi visto no centro, buscando um espaço Na sala de espera por nada
Dizem que é fase, que é só confusão
O vento leva as memórias, cê sente?
Porto caído, varrido da mente.
Nome apagado na brisa cortante,
quem se salvou, já não olha pra frente.
Eu vejo o peso do choro contido
O anjo não me abandonou foi a mando do céu, tão botando outro filho de Deus como réu?
Eu quero colher o que plantei
eu quero plantar, eu preciso colher
Quem vem da luta não baixa a cabeça
Se erguer a cabeça demais, eu chego no céu
Madeira racha, o sal devora,
quem se agarrou já nem quer dar resposta.
Fui cais, fui margem, um porto sem glória,
só o refúgio de nau sem história.
(Pré-refrão - cadência mais falada, meio conversada, flow arrastado)
E eu? Quantas vezes estendi a mão,
joguei graveto, joguei tábuas pro brother em vão?
Nada de ouro, nada brilhava,
mas flutuava, e no fim bastava.
(Refrão - batida abre mais espaço, eco na voz, frase de efeito repetida)
Hoje não atiro mais nada, nada.
Hoje o porto se aparta de mim. (x2)
Luxo em amar? Isso nunca teve.
Sei que os perdidos querem quem os leve.
Sei que o naufrágio não escolhe a cara,
mas eu que salvava, já não salvo nada.
E o sistema opera no modo letal
O tempo castiga, mas nunca se atrasa,
o cais afundando, ninguém vai me segurar
E o sistema opera no modo letal
Ohhh Pedaços, de memórias de naufrágios que derrubaram lágrimas ao mar,
Há quem diga que antes oceano era de àgua doce, mas salgou de tanto pranto abrigaaaaaaaaaaaar
E o sistema opera no modo letal(Pré-refrão - mais sentimento, flow desacelera um pouco)
O glamour? Que venha no meu lugar,
trazendo promessa que não vai durar.
E eu sigo, vou ser pouco em outro lugar,
onde o desprezo não sabe chegar.
E o sistema opera no modo letal
Hoje não atiro mais nada, nada.
Hoje o porto se aparta de mim. (x4 - fade out)
E o sistema opera no modo letal
