
Entre Adeus e Bem-vindas
Acoustic MPB, Raiz, Country
Euri Silva·4:00

4:00
Entre Adeus e Bem-vindas
Acoustic MPB, Raiz, Country
Creator: Euri SilvaRelease Date: April 29, 2025
Lyrics
Nasci entre vales e brumas,
Onde o ouro reluz no chão,
Mas o pão que eu sonhava na mesa
Nunca veio da minha região.
Com a mala pequena e esperança,
No peito, um silêncio, um temor,
Fui buscar noutra terra distante
O que aqui não brotou com amor.
E o trem que apita na curva
Parece chamar meu nome,
Mas o trilho me leva pra longe,
E a vida me esconde, consome…
Mas toda vez que volto,
É abraço de mãe,
É cheiro de pão quente
E o olhar de alguém.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
Na cidade estranha, eu desço
Profundo, sozinho, a buscar
Um brilho que nunca é bastante,
Um lar que não sabe abraçar.
No escuro, me faço calado,
Minerando um futuro incerto,
Mas no peito a saudade faz festa
Quando lembro do afeto por perto.
E cada moeda contada
É um pedaço do que deixei,
Mas é no sorriso da gente
Que encontro o que procurei.
Pois toda vez que volto,
É abraço de mãe,
É cheiro de pão quente
E o olhar de alguém.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
O mundo é profundo e frio,
Mas a casa é calor e sol.
E por mais que eu parta mil vezes,
O retorno é sempre farol.
Toda vez que volto,
O tempo parece parar.
No peito, a saudade
Se transforma em lar.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
O mundo é profundo e frio,
Mas a casa é calor e sol.
E por mais que eu parta mil vezes,
O retorno é sempre farol.
Onde o ouro reluz no chão,
Mas o pão que eu sonhava na mesa
Nunca veio da minha região.
Com a mala pequena e esperança,
No peito, um silêncio, um temor,
Fui buscar noutra terra distante
O que aqui não brotou com amor.
E o trem que apita na curva
Parece chamar meu nome,
Mas o trilho me leva pra longe,
E a vida me esconde, consome…
Mas toda vez que volto,
É abraço de mãe,
É cheiro de pão quente
E o olhar de alguém.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
Na cidade estranha, eu desço
Profundo, sozinho, a buscar
Um brilho que nunca é bastante,
Um lar que não sabe abraçar.
No escuro, me faço calado,
Minerando um futuro incerto,
Mas no peito a saudade faz festa
Quando lembro do afeto por perto.
E cada moeda contada
É um pedaço do que deixei,
Mas é no sorriso da gente
Que encontro o que procurei.
Pois toda vez que volto,
É abraço de mãe,
É cheiro de pão quente
E o olhar de alguém.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
O mundo é profundo e frio,
Mas a casa é calor e sol.
E por mais que eu parta mil vezes,
O retorno é sempre farol.
Toda vez que volto,
O tempo parece parar.
No peito, a saudade
Se transforma em lar.
No calor dessas mãos,
O silêncio se desfaz.
Sou só mais um filho
Querendo voltar pra trás.
O mundo é profundo e frio,
Mas a casa é calor e sol.
E por mais que eu parta mil vezes,
O retorno é sempre farol.
